sexta-feira, 2 de novembro de 2012

QUESTÕES FUVEST - PORTUGUÊS 25 QUESTÕES


Texto para as questões 1 a 4 (FUVEST - 2011 )

Todo o barbeiro é tagarela, e principalmente quando tem pouco que fazer; começou portanto a puxar
conversa com o freguês. Foi a sua salvação e fortuna. O navio a que o marujo pertencia viajava para a
Costa e ocupava-se no comércio de negros; era um dos combóis que traziam fornecimento para o Valongo, e  estava pronto a largar.
 — Ó mestre! disse o marujo no meio da conversa,
você também não é sangrador?
 — Sim, eu também sangro...
 — Pois olhe, você estava bem bom, se quisesse ir
conosco... para curar a gente a bordo; morre-se ali que
é uma praga.
 — Homem, eu da cirurgia não entendo muito...
 — Pois já não disse que sabe também sangrar?
 — Sim...
 — Então já sabe até demais.
 No dia seguinte saiu o nosso homem pela barra fora: a fortuna tinha-lhe dado o meio, cumpria sabê-lo
aproveitar; de oficial de barbeiro dava um salto mortal a médico de navio negreiro; restava unicamente saber
fazer render a nova posição. Isso ficou por sua conta.  Por um feliz acaso logo nos primeiros dias de viagem adoeceram dois marinheiros; chamou-se o médico; ele fez tudo o que sabia... sangrou os doentes,
e em pouco tempo estavam bons, perfeitos. Com isto ganhou imensa reputação, e começou a ser estimado.
 Chegaram com feliz viagem ao seu destino; tomaram o seu carregamento de gente, e voltaram para
o Rio. Graças à lanceta do nosso homem, nem um só negro morreu, o que muito contribuiu para aumentar-lhe a sólida reputação de entendedor do riscado.
                                                   Manuel Antônio de Almeida,  Memórias de um sargento de milícias


1)  Das seguintes afirmações acerca de diferentes elementos linguísticos do texto, a única correta é: 

a) A expressão sublinhada em “para curar a gente a bordo” (L. 12) deve ser entendida como pronome de
tratamento de uso informal.
b) A fórmula de tratamento (L. 14) com que o barbeiro se dirige ao marujo mantém o tom cerimonioso do
início do diálogo.
c) O destaque gráfico da palavra “muito” (L. 14) produz um efeito de sentido que é reforçado pelas
reticências.
d) O pronome possessivo usado nos trechos “saiu o nosso homem” (L. 18) e “lanceta do nosso homem”
(L. 30) configura o chamado plural de modéstia.
e) A palavra “fortuna”, tal como foi empregada na linha 19, pode ser substituída por “bens”, sem prejuízo
para o sentido.

2)  Para expressar um fato que seria consequência certa de outro, pode-se usar o pretérito imperfeito do indicativo em lugar do futuro do pretérito, como ocorre na seguinte frase: 

a) “era um dos combóis que traziam fornecimento para o Valongo”.
b) “você estava bem bom, se quisesse ir conosco”.
c) “Pois já não disse que sabe também sangrar?”.
d) “de oficial de barbeiro dava um salto mortal a médico de navio negreiro”.
e) “logo nos primeiros dias de viagem adoeceram dois marinheiros.

3) Neste trecho, em que narra uma cena relacionada ao tráfico de escravos, o narrador não emite julgamento direto sobre essa prática. Ao adotar tal procedimento, o narrador: 

a) revela-se cúmplice do mercado negreiro, pois fica subentendido que o considera justo e irrepreensível.
b) antecipa os métodos do Realismo Naturalismo, o qual, em nome da objetividade, também abolirá os
julgamentos de ordem social, política e moral.
c) prefigura a poesia abolicionista de Castro Alves, que irá empregá-lo para melhor expor à execração
pública o horror da escravidão.
d) contribui para que se constitua a atmosfera de ausência de culpa que caracteriza a obra.
e) mostra-se consciente de que a responsabilidade pelo comércio de escravos cabia, principalmente, aos próprios africanos, e não ao tráfico negreiro.

4)  Assim como faz o barbeiro, nesse trecho de Memórias de um sargento de milícias, também a 
personagem José Dias, de  Dom Casmurro, irá se passar por médico (homeopata), para obter meios de 
subsistência. Essa correlação indica que: 

I. estamos diante de uma linha de continuidade temática entre o romance de Manuel Antônio de
Almeida e o romance machadiano da maturidade.
II. agregados transgrediam com bastante desenvoltura princípios morais básicos, razão pela qual eram
proibidos de conviver com a rígida família patriarcal do Império.
III. os protagonistas desses romances decalcam um mesmo modelo literário: o do pícaro, herói do
romance picaresco espanhol.
Está correto o que se afirma em

a) I, apenas.     b) II, apenas.       c) I e II, apenas.          d) II e III, apenas.           e) I, II e III.

Texto para as questões 5 a 7  (FUVEST - 2011)

 A questão racial parece um desafio do presente, mas trata-se de algo que existe desde há muito tempo.
Modifica-se ao acaso das situações, das formas de sociabilidade e dos jogos das forças sociais, mas
reitera-se continuamente, modificada, mas persistente. Esse é o enigma com o qual se defrontam uns e outros, intolerantes e tolerantes, discriminados e preconceituosos, segregados e arrogantes, subordinados
e dominantes, em todo o mundo. Mais do que tudo isso, a questão racial revela, de forma particularmente
evidente, nuançada e estridente, como funciona a fábrica da sociedade, compreendendo identidade e
alteridade, diversidade e desigualdade, cooperação e hierarquização, dominação e alienação.
Octavio Ianni. Dialética das relações sociais.
Estudos avançados, n. 50, 2004.

5) Segundo o texto, a questão racial configura-se como “enigma”, porque  

a) é presa de acirrados antagonismos sociais.
b) tem origem no preconceito, que é de natureza irracional.
c) encobre os interesses de determinados estratos sociais.
d) parece ser herança histórica, mas surge na contemporaneidade.
e) muda sem cessar, sem que, por isso, seja superada.

6) As palavras do texto cujos prefixos traduzem, respectivamente, ideia de anterioridade e contiguidade são:

a) “persistente” e “alteridade”.  b) “discriminados” e “hierarquização”.     c) “preconceituosos” e “cooperação”.              d) “subordinados” e “diversidade”.         e) “identidade” e “segregados”.

7) Conforme o texto, na questão racial, o funcionamento da sociedade dá-se a ver de modo 

a) concentrado.               b) invertido.                c) fantasioso.         d) compartimentado.        e) latente


Texto para as questões de 8 a 10   (FUVEST - 2011)

A ROSA DE HIROXIMA
Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas oh não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroxima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A antirrosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada.
Vinicius de Moraes, Antologia poética.

8) Neste poema, 

a) a referência a um acontecimento histórico, ao privilegiar a objetividade, suprime o teor lírico do texto.
b) parte da força poética do texto provém da associação da imagem tradicionalmente positiva da rosa a atributos negativos, ligados à ideia de destruição.
c) o caráter politicamente engajado do texto é responsável pela sua despreocupação com a elaboração formal.
d) o paralelismo da construção sintática revela que o texto foi escrito originalmente como letra de canção
popular.
e) o predomínio das metonímias sobre as metáforas responde, em boa medida, pelo caráter concreto do
texto e pelo vigor de sua mensagem.

9) Dentre os recursos expressivos presentes no poema, podem-se apontar a sinestesia e a aliteração, respectivamente, nos versos 

a)   2  e  17.    b)   1  e    5.        c)   8  e  15.           d)   9  e  18.        e) 14  e    3.

10) Os aspectos expressivo e exortativo do texto conjugam-se, de modo mais evidente, no verso: 

a) “Mudas telepáticas”. (V. 2)      b) “Mas oh não se esqueçam”. (V. 9)     c) “Da rosa da rosa”. (V. 10)
d) “Estúpida e inválida”. (V. 14)             e) “A antirrosa atômica”. (V. 16)


Texto para as questões 11 e 12   (FUVEST - 2010)

Belo Horizonte, 28 de julho de 1942. 
Meu caro Mário, 
Estou te escrevendo rapidamente, se bem que haja muitíssima coisa que eu quero te falar (a respeito da 
Conferência, que acabei de ler agora). Vem-me uma vontade imensa de desabafar com você tudo o que ela 
me fez sentir. Mas é longo, não tenho o direito de tomar seu tempo e te chatear. 
Fernando Sabino. 

11)Neste trecho de uma carta de Fernando Sabino a Mário de Andrade, o emprego de linguagem informal é bem evidente em: 

a) “se bem que haja”.           b) “que acabei de ler agora”.          c) “Vem-me uma vontade”. 
d) “tudo o que ela me fez sentir”.              e) “tomar seu tempo e te chatear”. 

12) No texto, o conectivo “se bem que” estabelece  relação de: 

a) conformidade.         b) condição.          c) concessão.       d) alternância.           e) consequência. 

Texto paras questões 13 a 15  (FUVEST - 2010)


[José Dias] Teve um pequeno legado no testamento, uma apólice e quatro palavras de louvor. Copiou as
palavras, encaixilhou-as e pendurou-as no quarto, por cima da cama. “Esta é a melhor apólice”, dizia ele muita vez. Com o tempo, adquiriu certa autoridade na família, certa audiência, ao menos; não abusava, e sabia opinar obedecendo. Ao cabo, era amigo, não direi ótimo, mas nem tudo é ótimo neste mundo. E não lhe suponhas alma subalterna; as cortesias que fizesse vinham antes do cálculo que da índole. A roupa durava-lhe muito; ao contrário das pessoas que enxovalham depressa o vestido novo, ele trazia o velho escovado e liso, cerzido, abotoado, de uma elegância pobre e modesta. Era lido, posto que de atropelo, o bastante para divertir ao serão e à sobremesa, ou explicar algum fenômeno, falar dos efeitos do calor e do frio, dos polos e de Robespierre. Contava muita vez uma viagem que fizera à Europa, e confessava que a não sermos nós, já teria voltado para lá; tinha amigos em Lisboa, mas a nossa família, dizia ele, abaixo de Deus, era tudo.
Machado de Assis, Dom Casmurro.

13) No texto, o narrador diz que José Dias “sabia opinar obedecendo”. Considerada no contexto da obra, essa característica da personagem é motivada, principalmente, pelo fato de José Dias ser 

a) um homem culto, porém autodidata.
b) homeopata, mas usuário da alopatia.
c) pessoa de opiniões inflexíveis, mas também um homem naturalmente cortês.
d) um homem livre, mas dependente da família proprietária.
e) católico praticante e devoto, porém perverso.

14) Considerado o contexto, qual das expressões sublinhadas foi empregada em sentido metafórico? 

a) “Teve um pequeno legado”.    b) “Esta é a melhor apólice”.   c) “certa audiência, ao menos”.
          d) “ao cabo, era amigo”.                    e) “o bastante para divertir”.

15) Por caminhos diferentes, tanto Pedro Bala (de Capitães de areia, de Jorge Amado) quanto o operário 
(do conhecido poema “O operário em construção”, de Vinícius de Moraes) passam por processos de “aquisição de uma consciência política” (expressão do próprio Vinícius). O contexto dessas obras indica também que essa conscientização leva ambos à:

a) exclusão social, que arruína precocemente suas promissoras carreiras profissionais.
b) sublimação intelectual do ímpeto revolucionário, motivada pelo contato com estudantes.
c) condição de meros títeres, manipulados por partidos políticos oportunistas.
d) luta, em associação com seus pares de grupo ou de classe social, contra a ordem vigente.
e) cumplicidade com criminosos comuns, com o fito de atacar as legítimas forças de repressão.



Texto para as questões 16 e 17 (FUVEST - 2010)

Leia esta notícia científica: Há 1,5 milhão de anos, ancestrais do homem moderno deixaram pegadas quando atravessaram um campo lamacento nas proximidades do  Ileret, no norte do Quênia. Uma equipe internacional de pesquisadores descobriu essas marcas recentemente e mostrou que elas são muito parecidas com as do “Homo sapiens”: o arco do pé é alongado, os dedos são curtos, arqueados e alinhados. Também, o tamanho, a profundidade das pegadas e o espaçamento entre elas refletem a altura, o
peso e o modo de caminhar atual. Anteriormente,  houve outras descobertas arqueológicas, como, por exemplo, as feitas na Tanzânia, em 1978, que revelaram pegadas de 3,7 milhões de anos, mas com uma anatomia semelhante à de macacos. Os pesquisadores acreditam que as
marcas recém-descobertas pertenceram ao “Homo erectus”.
Revista FAPESP, nº 157, março de 2009. Adaptado.

16) No texto, a sequência temporal é estabelecida principalmente pelas expressões: 

a) “Há 1,5 milhão de anos”; “recentemente”; “anteriormente”.
b) “ancestrais”; “moderno”; “proximidades”.
c) “quando atravessaram”; “norte do Quênia”; “houve outras descobertas”.
d) “marcas recém-descobertas”; “em 1978”; “descobertas arqueológicas”.
e) “descobriu”; “mostrou”; “acreditam”.

17) No trecho “semelhante à de macacos”, fica subentendida uma palavra já empregada na mesma frase. 
Um recurso linguístico desse tipo também está presente no trecho assinalado em: 

a) A água não é somente herança de nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo às futuras gerações.
b) Recorrer à exploração da miséria humana, infelizmente, está longe de ser um novo ingrediente no cardápio da tevê aberta à moda brasileira.
c) Ainda há quem julgue que os recursos que a natureza oferece à humanidade são, de certo modo,
inesgotáveis.
d) A prática do patrimonialismo acaba nos levando à cultura da tolerância à corrupção.
e) Já está provado que a concentração de poluentes em área para não fumantes é muito superior à
recomendada pela OMS.

        
Texto para as questões 18 a 22 (FUVEST - 2008)

       
       Estamos livres de uma série de desgraças como grandes terremotos, vulcões e furacões por causa de fatores geológicos e climáticos. Catástrofes como sismos, vulcanismos e ondas gigantes estão ligadas aos movimentos na crosta  da Terra. A gente nem percebe, mas  sua superfície anda: ela está dividida em placas, que deslizam sobre o magma entre 1 e 20 centímetros por ano. No encontro dessas placas  é que ocorre a maior parte dos terremotos e vulcões. (...)
      A pouca ocorrência de ventos devastadores como furacões, tufões e ciclones é devida, em grande parte, à baixa temperatura do mar – nossos mares dificilmente atingem os 26,5 graus necessários para a formação das piores tempestades. Furacões  e tufões são a mesma coisa, com nomes diferentes. Ciclones são diferentes nas condições de formação e geralmente são mais brandos.
     “Um furacão deve ter ventos superiores a 118 quilômetros por hora, mas há ciclones com ventos muito intensos”, diz a meteorologista Rosmeri da Rocha, da USP. O Catarina, por exemplo, que passou em  março pelo sul do Brasil, tinha características tanto  de ciclone quanto de furacão, segundo o INPE.
Adaptado da Revista Super Interessante, maio 2004.

18) Assinale a alternativa que serviria para ser título da notícia: 

a) Ventos causam baixas temperaturas?
b) Por que o Brasil tem poucos desastres naturais?
c) O Brasil está livre de catástrofes naturais.
d) Baixas temperaturas provocam desastres.
e) Magma provoca furacões.

19) Assinale  a alternativa que contém palavras-chave do texto: 

a) Catástrofes  -  fatores climáticos  -  ventos devastadores.
b) Catarina  -  magma  -  condições climáticas.
c) Ciclones  -  ventos  -  meteorologista.
d) Desastres naturais  -  violência  -  vulcões.
e) Placas  -  ondas gigantes  -  sismos.

20) Na frase  A gente nem percebe, mas sua superfície anda, o termo mas expressa a idéia de: 

a) explicação.               b) conseqüência.           c) oposição.            d) condição.                   e) adição



21) De acordo com o texto, os desastres naturais ocorrem devido a:

a) fatores geológicos e climáticos.     b) baixas temperaturas do mar.      c) pouca ocorrência de ventos.
                    d) imobilidade das placas.                         e) rochas derretidas pelo calor.

22) Com base no texto, assinale a afirmação correta: 

a) A superfície da Terra se mantém imóvel.
b) É impossível que furacões e ciclones tenham características comuns.
c) O magma está acima das placas da Terra.
d) A baixa temperatura do mar é causada por furacões, tufões e ciclones.
e) Tufões devem ter ventos superiores a 118 quilômetros por hora


Texto para as questões 23 a 25  (FUVEST - 2008)


(...) CORINTHIANS (2) vs. PALESTRA (1)
 (...) Delírio futebolístico no Parque Antártica. Camisas verdes e calções negros corriam, pulavam, chocavam-se, embaralhavam-se, caíam, contorcionavamse, esfalfavam-se, brigavam. Por causa da bola de couro amarelo que não parava, que não parava um minuto, um segundo. Não parava.
- Neco! Neco!
Parecia um louco. Driblou.  Escorregou. Driblou. Correu.
Parou. Chutou.
- Gooool! Gooool!
Miquelina ficou abobada com o olhar parado. Arquejando. Achando aquilo um desaforo, um absurdo.
Aleguá-guá-guá! Aleguá-guá-guá! Hurra! Hurra!
Corinthians!
Palhetas subiram no ar. Com os gritos. Entusiasmos rugiam. Pulavam. Dançavam. E as mãos batendo nas
bocas:
- Go-o-o-o-o-o-ol!
Antônio de Alcântara Machado. Brás, Bexiga e Barra Funda e outros contos, 1997.

23) No texto, o uso de  frases curtas  e de formas verbais simples:  

a) caracteriza  o estilo  romântico.    b) caracteriza o estilo realista.     c) retarda o tempo da ação.
               d) dá mais agilidade à narração.         e) marca o tempo de duração do jogo.

24) Metonímia é a figura de linguagem que consiste no emprego de um termo por outro, havendo sempre uma relação entre os dois. A relação pode ser de causa e efeito, de continente e conteúdo, de autor e obra  ou da parte pelo todo. Assinale a alternativa em que essa figura ocorre: 

a) Achando aquilo um desaforo.
b) Miquelina ficou abobada com o olhar parado.
c) E as mãos batendo nas bocas.
d) Calções negros corriam, pulavam.
e) Palhetas subiram no ar.


25) O emprego dos verbos no  pretérito imperfeito no trecho  Camisas verdes e calções negros corriam, 
pulavam, chocavam-se, embaralhavam-se..., e  no pretérito perfeito no trecho  Driblou. Escorregou. Driblou. Correu. Parou. Chutou., expressam ações, respectivamente, 

a) simultâneas e inacabadas.
b) concluídas e habituais.
c) inacabadas e futuras.
d) possíveis e concluídas.
e) simultâneas e concluídas.



Gabarito: 1) C  2) B  3) D  4) A  5) E  6) C  7) A  8) B  9) C  10) B 11) E 12) C  13) D  14) B  15) D
16) A  17) E 18) A 19) D 20) B  21) D  22) E  23) C  24) C  25) E




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